Ele ia desistir do auxílio após 3 negativas, até descobrir que estava levando o "papel errado" para o perito
A história de Antônio, 48 anos, mostra que ter razão médica não basta: é preciso ter a prova técnica correta. Veja como ele conseguiu fundamentar seu caso.
Antônio Carlos, motorista de ônibus há 20 anos, não conseguia mais dirigir. As dores na lombar eram insuportáveis, e a ressonância mostrava claramente duas hérnias de disco.
Parecia um caso simples para o INSS, certo? Mas não foi.
"Eu levei tudo. Levei a receita do remédio, levei o atestado do ortopedista do convênio dizendo que eu precisava de 60 dias... E o perito negou. Negou de novo. E de novo. Eu entrei em desespero, porque as contas não paravam de chegar", conta Antônio.
Onde Antônio estava errando?
Antônio cometia o erro mais comum de todos os segurados: ele confundia diagnóstico com incapacidade.
O médico dele, embora excelente, fazia um atestado "assistencial" (para tratar o paciente). Mas o perito do INSS precisava de um relatório "pericial" (para avaliar a capacidade de trabalho).
"O perito não quer saber só se dói. Ele quer saber se você consegue pisar na embreagem do ônibus. São coisas diferentes."
A Virada de Chave
Foi num grupo de WhatsApp que Antônio ouviu falar sobre o "Manual de Perícia". Ele descobriu que existia um método passo a passo para documentar a doença para fins periciais, sem precisar gastar rios de dinheiro com especialistas particulares.
Ele baixou o Guia de Aprovação no celular mesmo. O conteúdo abriu os olhos dele.
"Eu li o manual e entendi o que precisava pedir. Levei o checklist de informações que o Guia sugere para o meu médico. Pedi que ele preenchesse meu laudo com aqueles detalhes. Ele concordou e fez um documento completo, explicando tecnicamente por que a hérnia me impedia de dirigir", relata.
Sua história parece com a do Antônio?
Não espere a terceira negativa para descobrir que sua documentação está fraca.
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Com o novo relatório técnico em mãos — baseado nos critérios do Guia de Aprovação — Antônio foi para sua quarta perícia.
"O perito leu o documento em silêncio por uns 3 minutos. Depois digitou no computador e disse: 'Seu benefício foi concedido até você terminar a fisioterapia'. Eu chorei na hora", relembra ele.
Lição para todos nós
A história de Antônio nos ensina que, na burocracia do INSS, ter saúde fragilizada não é suficiente. É preciso ter a prova técnica.
Se você tem exames e atestados, mas sente que não estão "falando a língua" do perito, este manual é o diferencial entre o deferimento e mais meses de espera sem renda.
Aprenda exatamente como Antônio fundamentou o pedido dele:
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Comentários da Leitura (24)
Me identifico muito. Sou pedreiro e tenho problema no ombro. Baixei o guia ontem e já vi que meus documentos estavam todos errados. Vou arrumar tudo.
Curtir · Responder · 5 minVerdade pura. O perito nem olha se não tiver escrito certo. Esse manual deveria ser obrigatório.
Curtir · Responder · 34 minO modelo de laudo que vem no guia é muito bom. Levei pro meu médico e ele preencheu igualzinho. Aprovado!
Curtir · Responder · 1 h